Cultura

MUSEU CARLOS COSTA PINTO RENOVA CONSELHO CURADOR PARA SAIR DO MARASMO

O museu está necessitando de muitas reformas e abrir a biblioteca/livraria
Da Redação ,  Salvador | 21/07/2026 às 07:24
Renovação, aleluia
Foto: DIV
 O Museu Carlos e Margarida Costa Pinto inicia um novo ciclo institucional com a eleição de João Carlos Carvalho Gomes, conhecido profissionalmente como João Gomes, para a Presidência do Conselho Curador da Fundação Museu Carlos Costa Pinto. Eleito por unanimidade, o novo presidente cumprirá mandato de 10 de julho de 2026 a 10 de julho de 2028. Sérgio Ferreira dos Santos foi reconduzido à Vice-Presidência.

A eleição ocorreu durante reunião extraordinária do Conselho Curador realizada em 9 de julho de 2026, no auditório do Museu, em Salvador. A nova gestão sucede o mandato de Henrique Gonçalves Trindade, que esteve à frente do colegiado entre 2022 e 2026.

Durante a reunião, os conselheiros reconheceram a contribuição de Henrique Trindade e de Ronald Schenkels, que também exerceu anteriormente a Presidência do Conselho Curador. Foram ressaltadas a dedicação e a atuação de ambos em momentos importantes da trajetória institucional do Museu.

Ao agradecer a confiança recebida, João Gomes destacou que sua relação com o Museu começou antes mesmo de seu ingresso no Conselho Curador e afirmou ter desenvolvido uma profunda identificação com a instituição. O novo presidente manifestou o compromisso de conduzir uma gestão significativa, à altura do trabalho realizado por seus antecessores, contando com a participação dos conselheiros, da direção e de toda a equipe do Museu.

“Minha relação com o Museu antecede meu ingresso no Conselho Curador. Acolhi esta instituição em meu coração e espero realizar, com o apoio de todos, uma gestão significativa, honrando o trabalho de meus antecessores e contribuindo para o sucesso e a longevidade do Museu”, pontua.

A eleição marca o início de uma nova etapa para o Museu Carlos e Margarida Costa Pinto, com perspectivas de renovação de estratégias, fortalecimento de parcerias, ampliação do diálogo com a sociedade e desenvolvimento de iniciativas voltadas à preservação, à pesquisa, à comunicação e à valorização de seu importante acervo de artes decorativas.

Entre os principais desafios da gestão estão o fortalecimento da sustentabilidade institucional, a ampliação da presença pública do Museu e a consolidação de projetos capazes de aproximá-lo de diferentes públicos, preservando sua história, sua identidade e sua missão cultural.

Renovação do Conselho Curador e da Diretoria

Também foram renovados, para o período de 10 de julho de 2026 a 10 de julho de 2028, os mandatos dos conselheiros João Carlos Carvalho Gomes, Sérgio Ferreira dos Santos, Henrique Gonçalves Trindade, Ronald Schenkels, Rosina Bahia Alice Carvalho dos Santos, Gustavo de Pinho Britto, Ivone Maria Chaves Jucá Rolim e Gilberto Pedreira de Freitas Sá.

Na mesma reunião, foram renovados os mandatos das museólogas Bárbara Maria Teles Carvalho dos Santos, como diretora executiva, e Simone Trindade Vicente da Silva, como diretora adjunta cultural da Fundação Museu Carlos Costa Pinto.

Sobre o novo presidente

João Carlos Carvalho Gomes possui 35 anos de experiência mercado e uma trajetória consolidada nas áreas de gestão, planejamento, comunicação, mídia, marketing, entretenimento, relações institucionais e desenvolvimento de negócios.

É graduado em Administração de Empresas pela Faculdade Ruy Barbosa, pós-graduado em Marketing pela Universidade Salvador — Unifacs e em Empreendedorismo de Negócios pela Escola Superior de Propaganda e Marketing — ESPM. Possui formação em Conselheiro pela Board Academy. Mestrando em comportamento do consumidor pela ESPM-SP.

Sobre o Museu Carlos e Margarida Costa Pinto

Inaugurado em 5 de novembro de 1969, no Corredor da Vitória, em Salvador, o Museu Carlos e Margarida Costa Pinto preserva, pesquisa, interpreta e comunica o legado cultural reunido pelos colecionadores Carlos e Margarida Costa Pinto. Referência no campo das artes decorativas, a instituição abriga importantes núcleos de prataria, ourivesaria com destaque para as Joias de Liberdade (conhecidas como Joias crioulas), mobiliário, porcelana, cristal, pintura e escultura, contribuindo para a valorização do patrimônio cultural da Bahia e do Brasil.