A arrecadação de novembro promete também bons resultados com feriado importante para as vendas e a proximidade da Black Friday e o Natal.
Tasso Franco , da redação em Salvador |
11/11/2021 às 17:21
Vendas no comércio em alta
Foto: BJÁ
Conforme adiantado pelo BAHIAJA em 12 de outubro a arrecadação de ICMS do Estado da Bahia chegou a 2,93 bilhões de reais em outubro de 2021, frente a 2,34 bilhões no mesmo período de 2020, incremento nominal de 25,14%. Dados exclusivos fornecidos por fonte do Bahia Já na SEFAZ.
Leia a matéria anterior: https://www.bahiaja.com.br/economia/noticia/2021/10/12/exclusivo-arrecadacao-do-icms-na-bahia-entre-jan-set-chega-r225-bi,134932,0.html
A arrecadação de Outubro de 2021 é também recorde histórico para o mês na série histórica do ICMS, fato este repetido em todos os meses de 2021, outro fato inédito na história do ICMS.
A arrecadação de ICMS de janeiro a outubro de 2021 alcançou a marca de 25,4 bilhões, contra 19,8 bilhões no mesmo período de 2020, segundo fonte do Bahia Já na SEFAZ.
Um acréscimo de 5,5 bilhões de reais nos dez primeiros meses de 2021 em relação a 2020, e de 28,13% em valores nominais, segundo fontes da SEFAZ BA.
Perspectivas para o final do ano
A arrecadação de novembro promete também bons resultados, além disto feriado importante para as vendas se aproximam até o fim do ano e prometem esquentar as vendas como a Black Friday e o Natal.
Já se fala inclusive na possibilidade da arrecadação se aproximar dos 31 bilhões de reais, algo inimaginável no início do ano.
Segundo o demonstrativo simplificado do relatório da gestão fiscal encaminhados pela SEFAZ a ALBA, e disponíveis em seu site, de janeiro a agosto de 2021, quarto quadrimestre, a despesa de pessoal alcançou o percentual de 36,90% de Receita Corrente Líquida apurada. Depois de quase 7 anos sem aumento linear este é o nível mais baixo há mais de 16 anos.
Em termos práticos este índice significa que em agosto de 2021, o Estado da Bahia teria margem para correção de até 18,54% sem extrapolar o limite de alerta da LRF (43,74%), bem longe ainda do limite prudencial (46,17%).
Como em setembro e outubro houve crescimento significativo esta margem inclusive aumentou.
Nunca antes no Estado da Bahia a situação fiscal foi tão boa.