Hoje, para reverenciar a santa teve alvorada de fogos de artifício, salva de clarins e missa campal um pouco acima da Igreja de Nossa Senhora do Rosário Pretos, celebrada pelo padre Lázaro Muniz. Após a missa os fiéis seguiram em procissão pelo Terreiro de Jesus, Sé, Misericórdia, Ladeira da Praça, Quartel do Corpo de Bombeiros, Baixa dos Sapateiros até o Mercado de Santa Bárbara onde foi servido um caruru.
A festa contou com a presença de alguns turistas, poucos. Esta é uma manifestação do povo de santo da cidade. E o que se viu, de fato, foi a população majoritariamente negra e mestiça participando do evento com muita fé. A novidade deste ano foi uma missa realizada na Catedral Basílica pelo bispo auxiliar. E muitos fiéis usando trajes na cor vervemelha. As baianas que trabalham no centro histórico estavam todas muito bonitas.
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A banda de música do Corpo de Bombeiro, como sempre, acompanhou a procissão e também um trio elétrico tocando ijexá e a música "Santa Bárbara, a poderosa". O padre Lázaro seguiu no trio exaltando e animando os fieis. O comandate do CB esteve no QG da corporação para receber a imagem da santa e houve o toar as sirenes e a ducha d'água nos fieis. Mas, nenhuma filha de santo deu santo, o que sempre acontecia.
Neste 2024, o andor da santa estava bonito com rosas vermelhas e brancas, porém, foi dos menos criativos que já vi. Os andores para os outros santos também muito pobres. Mas, ninguém reclamou por isso. Depois da Santa Bárbara, creio, os santos mais reverenciados no cortejo são São Jorge e São Jerônimo. (TF)